4 anos com minha gatinha.

Quatro anos! Quem diria que chegaríamos a esse ponto? Bem, eu diria. Desde o início eu sabia que você era a mulher da minha vida, aquela pessoa que me proporciona os melhores momentos, os melhores olhares, carinhos… e também as melhores discussões, afinal somos humanos. Mas enfim, o que quero que você saiba é que nem por um segundo você deixou de ser aquilo que eu sempre sonhei pra mim. Nem por um segundo você deixou de ser minha musa, minha gatinha, meu bebezão!

Thai s2 Rapha

No dia 20 de Agosto de 2010 nos beijamos pela primeira vez. Foi estranho até, mas foi tão natural que às vezes acho que foi isso que tornou aquele momento tão vivo. O mais legal foi ver as pessoas lutando contra, dizendo que não ficaríamos nem dois meses juntos. Mais legal ainda foi ignorar tudo isso e matar a fome de se ver, de se tocar. Em poucos dias você se tornou aquela pessoa que eu pensava quando acordava e sonhava quando dormia.

Em pouco tempo você se tornou o meu mundo.

Nossas aventuras no Tibia, sonhos musicais, planos de viagens e etc. me fazem perceber que além de uma namorada perfeita em todos os aspectos, você é uma amiga perfeita: sempre preparada para ser absolutamente sincera e verdadeira. Nada significa mais para mim do que uma opinião sua. Somos perfeitos um pro outro na hora do sexo, do beijo… mas de que adiantaria se não houvesse essa conexão que sempre tivemos? Nossos olhares conversam entre si.

Eu sei que às vezes eu sou um tanto quanto infantil – tipo muito mesmo – Mas você sabe no fundo que minha vida passou a ser “nossa vida”, e que eu iria a qualquer lugar por você (mesmo que seja para comprar seus chocolates, ou sua tapioca).

Eu poderia ficar escrevendo eternamente o quanto te amo que jamais seria capaz de traduzir aquilo que realmente sinto. Alguns diriam até que “palavras são palavras”, mas você, que me conhece bem, sabe que as palavras são minha melhor forma de expressão. Então, esse sempre vai ser meu presente mais sincero, você sabe disso.

11 de Setembro de 2010 foi uma noite bem legal, se lembra? Sua irmã mandando mensagem, procurando por você, e você comigo, quase tremendo de medo de ir pra casa. Tirando o lado ruim, aquele foi o melhor dia da minha vida. Saber que você era perfeita em todos os sentidos me deixou simplesmente imbecil – completamente jogado aos seus pés mesmo.

Você é a melhor amante e a melhor amiga que eu poderia desejar, e eu agradeço ao Universo todos os dias por acordar e ter você do meu lado, dormindo feito um bebê didiu! *-*

Me perdoa pelas falhas – e eu sei que são muitas. Me perdoa por parecer meio egoísta de vez em quando. Mas se você parar pra pensar, TUDO que penso em fazer você tá lá juntinho.

Meu maior plano é viver todos os dias com você, envelhecer junto e construir uma vida cada vez melhor e com mais filmes e edredom. Eu não sei, de verdade, o que faria hoje sem seu beijo de boa noite. Com você, o meu mundo ficou realmente completo.

Obrigado, Thai, por tudo que você sempre foi e é pra mim.

Eu te amo tanto que sinto vertigem! Que esses quatro anos sejam apenas o início de uma jornada. Ainda temos muitos mapas para abrir e muito loot para juntar. S2

Reflexão Sobre Espiritualidade

Fico rindo sozinho desse povo que acredita que espiritualidade não existe. Que não é possível obter conhecimento de todas as religiões, mesmo TODAS possuindo o mesmo propósito, que é a evolução daquilo que alguns chamam de sexto sentido, outros de terceiro olho, enfim, nomes são apenas palavras.

Para iniciar esse texto, é preciso que você entenda que a linguagem jamais será capaz de traduzir aquilo que nosso espírito sente. E você precisa entender também que nem tudo que eu falo é traduzível como aquilo que você conhece ou pensa. “Espírito” para mim não é nada daquilo que vemos nos filmes de terror, etc. Para mim, espiritualidade é apenas nossa força interior, nossos sentimentos mais profundos. Aqueles que mesmo nossa mente não consegue compreender. Ou seja, o transcendental.

“As melhores coisas não podem ser ditas porque elas transcendem o pensamento. As segundas melhores são mal compreendidas, pois são pensamentos que se referem ao que não pode ser pensado – e ficamos presos com os pensamentos. As terceiras melhores são as que nós falamos.”

Tem uma galerinha que acha que ser ateu é ficar compartilhando links agressivos contra o cristianismo, etc, esquecendo que o problema NUNCA está nas religiões, mas sim nas instituições religiosas. Cristo não era cristão, Buda não era budista, e por aí vai…

Porém, o MAIS cômico e que me faz mijar de rir é ver que ainda existem pessoas tão imbecis ao ponto de criticarem a fé alheia, como se vivêssemos em um mundo puramente físico. Digo que é cômico porque, conforme a ciência está evoluindo, já está sendo provado por cálculos que existem muitas coisas nesse mundo que ainda são incalculáveis (sim, é um paradoxo!).

Existem diversos tópicos onde cientistas provam a existência de deus. Sim, escrevi com letra minúscula propositalmente, afinal aquilo que considero como “deus” não é o mesmo que o ladrão pastor Silas Malafaia usa para roubar recolher seu dízimo.

Acredito no poder da atração. Nada tão exotérico como a parte de signos da revista Capricho, mas creio que o mundo é muito mais do que aquilo que podemos tocar. Creio que existem forças maiores que nós, e que também fazemos parte das criações e das criaturas que são essas forças.

Sei que ficou confuso, afinal estou tratando de um assunto que transcende qualquer pensamento. Mas tentarei explicar.

Nossa cultura acredita em deus como um ser que fica lá em cima, no céu, olhando por todos nós, abençoando os que seguem suas regras e punindo quem sai do trilho. Eu acredito que isso é muito medieval, muito rude, muito primitivo para algo tão evoluído e superior a nós.

O que creio é que o homem está preso demais no que chamamos de “tempo”, sem ao menos tentar compreender por um minuto que “tempo” é um conceito puramente físico, e que se pararmos para pensar, tempo é apenas uma ilusão. Sim, eu sei que usar a palavra “minuto” em uma frase que estou afirmando não haver tempo é no mínimo irônico. Mas calma. Eu sou humano também, e me encontro preso na física, o que complica traduzir em palavras algo que nem mesmo pensar eu consigo direito.

Como diria Joseph Campbell: “Quando começamos a obter mais conhecimento e evoluir nossa espiritualidade, nos identificamos com o princípio criativo que é o poder divino no mundo, ou seja, em você mesmo”.

Quando entramos em um lar indiano, você é uma divindade, e você sente isso pela maneira como é tratado. É algo que nossa cultura não compreende. Estamos acostumados a sermos apenas criaturas, quando na verdade somos criadores de nós mesmos, divindades, deuses. Deus.

“’Vejo que eu sou esta criação’, diz Deus. Quando você vê que Deus diz que ele é a criação e você é uma criatura, então esse deus está dentro de você e daquele com quem você está falando. Há então essa percepção, dois aspectos de uma única divindade.”

A fé existe, sim, e ela é capaz de coisas inacreditáveis. O problema é que em nossa cultura a palavra “fé” anda sempre acompanhada de pessoas que não sabem do que estão falando. Você não precisa de nada nem ninguém para melhorar sua vida.

Pessoas que depositam sua fé em santos conseguem aquilo que desejam; Outros oram para Cristo e também conseguem; Algumas creem e adoram até mesmo Lúcifer, e conseguem aquilo que desejam. O que faz essas pessoas atingirem seus objetivos, se elas acreditam em tantas coisas diferentes? Simples, a fé.

Nada de valor exterior é capaz de mudar nossa vida. Apenas nós mesmos. Deposite sua fé em você, pois apenas você pode dar a volta por cima. Afinal, cá entre nós, se ir pra igreja e dar dízimo mudasse alguma coisa na vida de alguém, a maioria dos evangélicos estariam com a vida feita, não é mesmo? Aqueles que atingem seus objetivos não devem a deus ou a santo algum, mas a si mesmo.

Sei que esse é um assunto muito delicado. Religião é algo bem pessoal. Porém, não me importo em contradizer o que os bitolados afirmam.

Se você se diz cristão, pare e pense um pouco aquilo que você está seguindo. Ser católico ou evangélico não te faz cristão. O que te faz um cristão de verdade é parar de olhar para a vida do outro, é estender a mão para putas, mendigos, e jamais julgar o próximo.

Portanto, se você estiver pensando em me dar um sermão sobre inferno, céu, dizendo que estou blasfemando… bem, saiba que você vai entrar para a lista daquelas pessoas que eu me mijo de rir.

Obrigado pela atenção. 🙂

Desabafo

Primeiramente perdão novamente por ter demorado tanto para postar algo novo. Há muita coisa acontecendo na minha mente, e a preocupação em jogar isso para o papel ultrapassa as barreiras da preocupação de postar aqui no blog. Mas agora vamos lá, pretendo voltar a postar regularmente.

Nesse tempo parado muita coisa boa me aconteceu; desde a surpreendente repercussão de meu e-book, O Bardo na Taverna, no Widbook, até mesmo a uma renovação musical ao meu redor, onde coisas novas estão surgindo a cada minuto. Isso muitas das vezes me atrapalha um pouco, pois organizar tanta informação e desejo de criar é algo complicado. Quem escreve sabe bem o que é isso.

Ler "O Bardo na Taverna"

Voltando a falar sobre O Bardo na Taverna, gostaria de agradecer de coração a todas as pessoas que me incentivam e acreditam no meu sonho. Primeiramente, é claro, a todas aquelas que sempre estiveram ao meu lado, dando corda e falando “você é bom, vai longe”. Essas pessoas são: Thai, minha esposa, qual sem o incentivo e paciência eu não conseguiria concluir o que começo; Minha mãe Sandra, que me encaminhou ao caminho certo desde pequeno; E meu amigo/irmão Adriano, que está ao meu lado há 15 anos, desde a época que 007 Goldeneye era lançamento. Muito obrigado mesmo, de coração. Vocês são fodas pra caralho!

E também a todos que não me conhecem, mas mesmo assim se identificaram com minha obra. Obrigado pela oportunidade de entrar em sua vida. Sem vocês ninguém chega a lugar algum.

Valeu mesmo a todos! Em breve tem coisa nova surgindo, fiquem de olho. 😉

Resumo das últimas semanas.

Caso você acompanhe O Bardo na Taverna, deve ter percebido que estou demorando mais que o normal para postar capítulos novos. Pois é, bem sei disso. Mas garanto que não desisti do nosso Lewrence de Pontavelha, e já estou terminando a revisão do Capítulo 6, a qual logo postarei.

Eu escrevendo As Crônicas Eternas

Tive motivo para demorar tanto a postar e “sumir” do blog: As Crônicas EternasPois é, essas semanas foram muito importantes para eu chegar (finalmente) às conclusões de meu principal projeto atual: o primeiro da série, o livro A Cor da Morte. 

Essa semana coloquei o ponto final no meu sumário narrativo, totalizando uma soma de 85 capítulos de muito suor e amor dedicado aos meus amados personagens, Byron, Adrik, Troy, Amanda, Loreley, Layne, Meleena, e todos aqueles que estão mais presentes no meu coração do que muitas pessoas de carne e osso.

Estou escrevendo também um conto chamado O Sono da Alvorada, o qual participarei de um concurso literário, e também muita coisa da cultura de Mystral e toda sua grandiosidade. Estou também desenhando os mapas desse mundo enorme, decidindo todos os pontos importantes e também os menos importantes.

Enfim, estou em uma correria criativa na qual jamais me imaginei. E isso é maravilhoso! Em breve dividirei muitas coisas além de textos como esse. Em breve terei uma página em meu blog voltado para a ambientação de Mystral, com seus mapas, descrições, etc.

Quero também agradecer a todos que me incentivam nesse meu trajeto; todos que me mandam mensagem no meu Facebook, dizendo que estão ansiosos para ler mais material, todos que acreditam no meu talento e reconhecem meu suor. Valeu mesmo! 😀

Até o próximo post!

Sobre ‘O Bardo na Taverna’

Vocês devem saber que escrevo semanalmente um livro-série chamado O Bardo na Tavernanão? Pois é, decidi postar aqui de onde surgiu essa estória. Vamos lá!

O Bardo na TavernaSempre fui apaixonado pela ideia de escrever contos que passassem em um tempo anterior daquele que se passa As Crônicas Eternas. Eu tinha esse personagem, Lewrence de Pontavelha, há muito tempo em minha mente, conseguia até sentir o cheiro de seus cabelos e ouvir o timbre de sua voz. Mas ele ficou muito tempo aqui, na minha cabeça, até que eu encontrei o lugar certo para dar vida ao Bardo: uma estória que se passa 160 anos antes do livro que estou escrevendo, A Cor da Morte. 

A trama começa quando Lewrence está em uma taverna, calmamente bebendo sua cerveja, e então um homem misterioso, conhecido apenas por ser um assassino cruel, escolhe o Bardo para um joguinho no mínimo doentio: ele propõe que Lewrence lhe conte uma história, e ameaça tirar sua vida, caso as palavras do Bardo não lhe agrade. Lewrence então, sendo um rapaz bastante esperto, escolhe a melhor história que conhece: Uma história de Necromantes, homens que são capazes de dobrar a morte sobre sua vontade.

É uma saga que cresce semanalmente, por isso é preciso se manter em dia com o Blog e com minha página no Facebook, pois lá posto sempre as novidades do que vou escrevendo.

Clique AQUI para ler o Bardo na Taverna ou AQUI para curtir minha página. 🙂

#3 – Diário – As Crônicas Eternas

Eu estou escrevendo essa obra há mais de um ano, correndo contra o tempo e aperfeiçoando diariamente. Mas acontece que não havia um nome oficial para o primeiro livro d’As Crônicas Eternas. Várias opções surgiram ao longo do tempo, mas esse nome (A Cor da Morte), sem dúvidas foi o que mais traduziu a ideia principal da trama.
ACE1

Estou na correria para finalizar umas ideias, e creio que dentro de um mês começarei a soltar uns pedaços do livro. Tenho mapas para postar também, desenhos, anotações e alguns teasers do processo de criação de A Cor da Morte. 

😀 🙂 😀

#2 – Diário – As Crônicas Eternas

Esse carnaval me deixou completamente insano. É sério. Eu lia o que eu tinha escrito e só pensava “quem foi o infeliz que escreveu essa bosta?” Relia, relia, relia, e nada de achar bom.

Foi então que joguei a merda no ventilador e comecei a porra toda do zero.

mulher enlouquecendo

Parece meio que uma loucura, mas deu certo.

Essa é minha dica para você que está começando a se aventurar nesse mundo de escrever ficção. Não se prenda a suas vaidades. Você ama o personagem, mas ele precisa morrer? Mate-o, foda-se quem não gostar. A estória é que importa, sempre.

Pensando nesse modo eu peguei a mesma sinopse e recomecei a fazer o sumário narrativo. Retirei centenas de cenas, refiz, mudei, acrescentei, etc, e o resultado me surpreendeu: Em quatro dias finalizei 35 capítulos em meu sumário (antes eu tinha 42 capítulos, isso em quase um ano escrevendo).

A minha conclusão foi que eu não preciso me manter preso àquela ideia inicial. Há dezenas de maneiras corretas para se narrar a mesma estória, e milhões de maneiras incorretas.

Escrever é mesmo um labirinto cheio de armadilhas. Você precisa de cautela e bom senso. No meu estágio (que já se sabe a sinopse e como tudo se desenrolará) você deve começar a deixar sua musa lhe guiar.

Lembre-se sempre que escrever é reescrever.

😀